A manutenção é um processo crucial para assegurar o bom funcionamento dos sistemas de energia. Ela se caracteriza pela realização de atividades que visam preservar, reparar e/ou substituir peças e equipamentos que compõem esses sistemas.
O intuito da manutenção é prevenir e/ou corrigir falhas para garantir o pleno funcionamento dos sistemas e a continuidade operacional. Exatamente por isso, esse é um processo essencial para empresas de diferentes segmentos, principalmente no caso de fábricas e indústrias.
Mas, afinal, em relação ao tipo de manutenção, qual será a melhor: preventiva ou corretiva? A verdade é que, embora a manutenção preventiva, em uma análise objetiva, seja mais vantajosa, ambas têm seu valor.
Por isso, destacaremos abaixo as diferenças entre elas e os aspectos que você deve considerar para definir qual é mais adequada para o seu negócio. Confira!
Realizada periodicamente, ela tem como finalidade principal evitar a ocorrência de falhas e ampliar a vida útil dos ativos (equipamentos).
Em decorrência desses dois benefícios, a manutenção preventiva pode ser considerada um investimento. Até porque, são obtidas diversas vantagens, principalmente considerando o longo prazo. Algumas delas são:
A manutenção preventiva é realizada por meio de uma série de ações. Elas vão desde verificações simples até a implementação de adequações nas condições elétricas e mecânicas:
A manutenção corretiva é realizada diante da ocorrência de uma falha. Naturalmente, o objetivo é restabelecer o funcionamento do equipamento que apresentou o problema.
Vale destacar que ela pode ser realizada de forma planejada ou não planejada. O primeiro caso se aplica a situações em que a falha é identificada antes de gerar a interrupção das operações. A manutenção corretiva não planejada, por sua vez, é aquela executada quando o problema em questão causa a parada do sistema de energia.
Esse tipo de manutenção, exatamente por interromper as operações, gera alguns ônus para as empresas:
De acordo com o que foi apresentado até aqui, parece fácil afirmar que a manutenção preventiva é a mais indicada para todas as empresas. Porém, na prática, não é bem assim.
Essa escolha deve ser feita com base em alguns aspectos, que podem ser inclusive temporários. O primeiro deles é o tipo de sistema de energia, já que alguns têm maior propensão a apresentar falhas, tornando a manutenção preventiva indispensável.
Também é importante analisar a relevância do sistema para as operações. Aqueles que são críticos, ou seja, cruciais para a segurança e/ou a produtividade, também precisam de manutenção preventiva.
Outro fator a ser avaliado é o custo do processo de manutenção. Como a preventiva é realizada periodicamente e a corretiva apenas de maneira pontual, esta última pode ser mais barata. No entanto, é interessante colocar tudo na “ponta da caneta”, principalmente considerando que, no longo prazo, a manutenção preventiva ajuda a reduzir os custos.
Em resumo, pode-se dizer que optar pela abordagem preventiva é a melhor opção para os negócios que buscam reduzir os custos, prolongar a vida útil dos seus ativos, garantir a continuidade operacional e melhorar a segurança.
Contudo, a manutenção corretiva pode ser importante em alguns cenários, como quando a manutenção preventiva não é viável, por exemplo, por questões financeiras.
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